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	<title>Conselho SteamPunk ~ Loja São Paulo &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Joguem mais carvão para a caldeira!</description>
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		<title>Seminário Science&#8217;n&#039;Fiction &#8211; A ciência na ficção científica</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 23:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Seminário Science&#8217;n'Fiction, a ser realizado no dia 30 de outubro, das 9h às 18h, na Sala Aloysio Biondi, e que está sendo promovido pelo Grupo de Pesquisa Tecnologia, Comunicação e Cultura de Rede (Teccred), da Pós-Graduação da Faculdade Cásper Líbero, tem como objetivo a discussão sobre as diversas relações e formas de expressão entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Seminário Science&#8217;n'Fiction, a ser realizado no dia 30 de outubro, das 9h às 18h, na Sala Aloysio Biondi, e que está sendo promovido pelo Grupo de Pesquisa  Tecnologia, Comunicação e Cultura de Rede (Teccred), da Pós-Graduação da  Faculdade Cásper Líbero, tem como objetivo a discussão sobre as  diversas relações e formas de expressão entre o gênero literário Ficção  Científica e a Ciência e a Tecnologia.<br />
<a href="http://sp.steampunk.com.br/wp-content/uploads/2010/10/cropped-banner.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1392" title="cropped-banner" src="http://sp.steampunk.com.br/wp-content/uploads/2010/10/cropped-banner.jpg" alt="" width="940" height="198" /></a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Pela primeira vez, a Faculdade Cásper Líbero está promovendo um  evento sobre ficção científica, com foco nas relações entre o gênero e a  ciência/tecnologia.</p>
<p>O <a href="http://teccred.net/" target="_blank">Grupo de Pesquisa: Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede</a> oferece um espaço de debate e reflexão a respeito das tecnologias e das  narrativas da ficção científica em um seminário que reunirá físicos,  engenheiros, comunicólogos, professores, estudantes entre outros.</p>
<p>Confira a programação do evento:</p>
<div>
<p><strong>8h30<br />
Abertura</strong></p>
<p><strong>Lidia Zuin</strong><br />
Estudante  de jornalismo, monitora do site de jornalismo da Faculdade Cásper  Líbero e autora da iniciação científica ‘Wired Protocol 7: um estudo  sobre Serial Experiments Lain e a alucinação consensual do ciberespaço’.<br />
E não, ela não é solteira, eu sabia que você ia perguntar isso.</p>
<p><strong>Walter Lima<br />
</strong>Docente  do Programa de Pós-graduação da Cásper Libero, coordenador do grupo de  Pesquisa Teccred, Pós-doutor em Tecnologia e Comunicação e membro do  Núcleo de Pesquisa em Ciências Cognitiva da USP.</p>
<p><strong>9h<br />
Mesa I &#8211; Ficção Científica e Tecnologia<br />
</strong><em>Como  cientistas e pesquisadores tomam ou podem tomar a literatura de ficção  científica como inspiração para suas investigações e criações.</em></p>
<p><strong>João Zuffo<br />
</strong>&#8220;Ciência e Ficção Científica&#8221;<br />
Prognósticos  sobre a evolução da Ciência e Tecnologia para os próximos decênios  pouco os diferencia da ficção científica, pois, tudo o que se pode  imaginar, desde que não rompa com as leis básicas da física, pode  atualmente ser feito.&#8221;</p>
<p>Professor da Escola Politécnica,  fundador do Laboratório de Sistemas Integráveis da EPUSP e presidente da  LSI-TEC. Autor de 25 livros, dentre eles estão “Flagrantes da Vida no  Futuro”- Editora Saraiva, um livro de ficção científica compromissado  com a imensa evolução científica-tecnológica e às possíveis  conseqüências econômico-sociais advinda dessa evolução, e a coleção &#8220;A  Sociedade e a Economia no Novo Milênio&#8221;, tema de uma série de livros,  abordando as transformações em que a sociedade está mergulhada em função  do desenvolvimento das tecnologias da informação: Volume 1: A  Tecnologia e a Infossociedade. São Paulo, Manole, 2002; Volume 2:  Macroeconomia e Empregos. São Paulo, Manole, 2002 e Volume 3: A  Infoecomonia. São Paulo, Manole, 2003.</p>
<p><strong>João Kogler<br />
</strong>&#8220;Ficção científica, mito e perplexidade&#8221;<br />
<em>Discute aspectos de como a ficção científica nos toca, surpreende e nos levam do deleite à reflexão e desta à inspiração.</em></p>
<p>Formado em Engenharia Elétrica (IMT) e  Física (USP) , possui mestrado na área de Eng. Biomédica (Poli-USP)  e  doutorado nas áreas de Visão Computacional e Processamento de Imagens  (SCR &#8211; Princeton e USP). Foi cientista visitante do INRIA  Sophia-Antipolis (França). Foi empresário e diretor técnico da UBIQSYS,  alliance da National Instruments, Texas. Foi professor em diversas  instituições de ensino superior. Atualmente desenvolve atividades de  pesquisa na área de visão e cognição robótica . Trabalha atualmente no  Departamento de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da USP.</p>
<p><strong>11h15<br />
Mesa II &#8211; Pós-humanos, cibercultura e robótica<br />
</strong><em>Os  arquétipos da ficção científica que se baseiam e se desenrolam no mundo  real. O que já existe e o que está em desenvolvimento.</em></p>
<p><strong>Jack Castro Holmer<br />
</strong>Mestre  em Comunicação e Linguagens pela UTP- foi Professor da Faculdade de  Artes do Paraná e atualmente é professor da Faculdade Internacional de  Curitiba de e da universidade Tuiuti do Paraná e Artista Plástico.</p>
<p><strong>Fabius Leineweber<br />
</strong>Engenheiro  quimico pela Unicamp (2002), pós-graduando em  biotecnologia/bioinformatica pela USP. Programador experiente em  diversas linguagens, publicou recentemente (2008) <em>Computer-Mediated COmmunincation in Biology&#8221; &#8211; Journal of American Semiotics</em>.</p>
<p><strong>Luis Carlos Petry<br />
</strong>Possui  graduação em Psicologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos  (1986) e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia  Universidade Católica de São Paulo (2003). Atualmente é professor doutor  &#8211; assistente doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.  Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Novas tecnologias,  atuando principalmente nos seguintes temas: hipermídia, topofilosofia,  novas tecnologias, hermenêutica e comunicação.</p>
<p><strong>13h15 -</strong> <strong>Almoço</strong></p>
<p><strong>14h30<br />
Mesa III &#8211; O Cyberpunk é agora?<br />
</strong><em>Um debate sobre a vertente da ficção científica e suas correlações com a atualidade.</em></p>
<p><strong>Adriana Amaral<br />
</strong>Jornalista,  mestre e doutora em Comunicação Social pela PUCRS com Estágio de  Doutorado em Sociologia da comunicação pelo Boston College, EUA.  Atualmente é professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em  Ciências da Comunicação da UNISINOS e autora de Visões Perigosas. Uma  arque-genealogia do cyberpunk.</p>
<p><strong>Fábio Fernandes<br />
</strong>Jornalista,  tradutor e escritor. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.  Pesquisador de cibercultura e professor do cursos de Tecnologia e Mídias  Digitais e Jogos Digitais da PUC-SP, é autor dos livros <em>A Construção do Imaginário Cyber: William Gibson</em>, <em>Criador da Cibercultura</em> (2006), <em>Os Dias da Peste </em>(2009) e <em>Os Anos de Silício</em> (no prelo).</p>
<p><strong>Rodolfo Rorato Londero<br />
</strong>Doutorando  em Estudos Literários pela Universidade Federal de Santa Maria, Mestre  em Estudos Literários e Bacharel em Comunicação Social &#8211; Habilitação em  Jornalismo, ambos pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Tem  experiência nas áreas de Comunicação e Letras, atuando principalmente  nos seguintes temas: teorias da publicidade, cyberpunk e pós-modernismo.</p>
<p><strong>16h45<br />
Mesa IV &#8211; Movimentos culturais sci-fi<br />
</strong><em>Como  a ficção científica une pessoas e promove movimentos culturais pela  cidade de São Paulo. Apresentação de fãs de Steampunk e Star Wars  vestidos a caráter.</em></p>
<p><strong>Carlos Felippe<br />
</strong>Artista  plástico, editor do site da Loja São Paulo do Conselho Steampunk,  colunista do site OutraCoisa.com.br, um dos membros-fundadores do  Conselho Steampunk e tal, e coisa &#8230;.  é esse sou eu,  é esse é meu nome.  Se você não sabia, quer dizer que você não costuma ler esse site.</p>
<p><strong>Cauê Nicolai<br />
</strong>Estudante  a prazo de filosofia; desenvolvedor, programador e gestor web na maior  parte do tempo. Mas é quando se dedica à música eletrônica/industrial <em>underground</em> que está sua paixão: foi moderador da lista de discussão Rejekto  durante quatro anos; é músico de suporte nos shows do projeto de <em>Electro-Industrial</em> kFactor e do projeto de <em>EBM/Industrial</em> Tatari Gami; membro do Atari Game, duo que produz música com sonoridade  que remete à decada de 1980, além de ser organizador e DJ da festa PÓS e  do CyberCarnival, que estreiará em 2011. Seu projeto atualmente é  construir um cenário mais favorável aos gêneros eletrônicos e  industriais <em>underground</em> através de festas, festivais e divulgação dos lançamentos pelas redes sociais.</p>
<p><strong>Marcelo ‘Chewie’ Forchin<br />
</strong>Representante do grupo paulista de Star Wars, Conselho Jedi.</p>
<p><strong>Henrique Kipper<br />
</strong>Frequentador  da cena Gótica paulistana desde o começo de 1990. Organiza eventos  Góticos e Darkwave mensais e páginas informativas sobre a subcultura  Gótica desde 2004. Também é cartunista, ilustrador e quadrinhista  desde  1988, e professor de Inglês e Português.</p>
<p><strong>18h<br />
Encerramento</strong></p>
<p><strong> </strong>Acompanhe o twitter e o blog do Seminário: <a title="http://twitter.com/sciencenfiction" href="http://twitter.com/sciencenfiction">http://twitter.com/sciencenfiction</a> e <a title="http://sciencenfiction.wordpress.com/" href="http://sciencenfiction.wordpress.com/">http://sciencenfiction.wordpress.com</a><br />
<strong><br />
E faça sua inscrição!<br />
</strong></p>
<p><strong>Inscrições:</strong> Envie seu nome e instituição que representa para  <a href="mailto:eventos@casperlibero.edu.br">eventos@casperlibero.edu.br</a> e aguarde o e-mail confirmando sua participação.</p>
<p>O  Seminário também será transmitido ao vivo pela internet. Se você tiver  interesse em assisti-lo via web, envie para o mesmo e-mail acima seu  nome e instituição que representa, comunique seu interesse e aguarde o e-mail indicando o link.<br />
Os interessados em participar do Seminário, e que não são do corpo  docente e discente da  Cásper Líbero, devem enviar nome, rg, telefone e  instituição que pertence para retorno da confirmação da inscrição via  e-mail.</p>
<p style="text-align: right;">
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1391" title="1287096748" src="http://sp.steampunk.com.br/wp-content/uploads/2010/10/12870967481.jpg" alt="" width="600" height="300" /></p>
<p><em><strong> Por Karl</strong></em><br />
<em>(Que dispensa o abraço do robô)</em></p>
</div>
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		<title>sobre a literatura Steampunk</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 04:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[José R. Vieira sobre a literatura Steampunk Escrever steampunk é difícil. Não por que o ato de escrever é difícil por si só, nem por que um romance demanda dispêndio de energia além da conta. Talvez alguns pensem que o Steampunk é fácil de escrever, porque é uma mistura sem muita relação com si mesmo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="CENTER"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: x-large;"><em><strong>José R. Vieira sobre a literatura Steampunk</strong></em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 100%;" align="CENTER">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;">Escrever steampunk é difícil.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Não por que o ato de escrever é difícil por si só, nem por que um romance demanda dispêndio de energia além da conta. Talvez alguns pensem que o Steampunk é fácil de escrever, porque é uma mistura sem muita relação com si mesmo, ou pensem que é fácil por que é só colocar uns balões, umas engrenagens e umas invenções malucas estilo Tesla.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Pior que não é.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Para escrever steampunk é preciso leitura e pesquisa. MUITA leitura e MUITA pesquisa. Afinal, diferente da Fantasia ou do Cyberpunk o Steam não possui muita “literatura fundadora”. Entenda aqui Literatura Fundadora como um autor modelo para os outros, um “Tolkien” ou um “Allan Poe” para que a posteridade possa se inspirar ou seguir.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Será que isso é ruim? Acredito que não, porque dá mais liberdade aos novos autores de criarem sem parâmetros pré-estabelecidos, fazerem de suas obras referências a outros e deixarem a imaginação fluir. Quando há autores já consagrados em determinado gênero a tendência é que estes sirvam de modelos aos outros, limitando-os e muitas vezes fazendo-se imitar (em alguns casos, vexatoriamente).</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> O steampunk possui poucas referências literárias, se comparado a outros gêneros. Na verdade, a maioria das criações steampunk estão fora da literatura, pelo menos, as criações que se espalharam na cultura pop: Final Fantasy 6 (ou 3, no Japão), Castelo Falkeinstein, livros de História. O que quero dizer com referências são as referências literárias, coisas escritas neste gênero. Pode-se encontrar facilmente fotos e imagens steam que servem de material para o escritor, mas o problema é passar essas imagens para o papel, tornando-as um conto ou um romance interessante para seus leitores.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Sendo brasileiro a coisa fica pior ainda. Nós somos criados numa cultura literária de “cópia”, pelo menos a grande maioria das vezes. Nos últimos anos recebemos muito material vindod e fora, invadindo nossas estantes e computadores.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Só muito recentemente os autores, desenhistas e artistas brasileiros começaram a influenciar nossos camaradas estrangeiros ( principalmente os “Deuses Americanos”, fazendo uma referência dupla a Gailman e a Palestra na Fantasticon sobre Stem). Nós finalmente provamos que nosso material de ficção é tão bom quanto  o deles e que nossos desenhistas, escritores, poetas, músicos e afins são tão bons ou até melhores que eles.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Uma das primeiras referências Steam que temos aqui no Brasil é a coletânea da Tarja “Steampunk: histórias de um passado extraordinário”. Fica a í a dica, porque a partir dela você pode encontrar muitos outros autores brasileiros, de Steam ou não, que podem lhe servir de referência.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> Fica aí a dica: não se prenda a rótulos, não se deixe vencer pelas dificuldades de escrever e escrever Steampunk. Nós, brasileiros temos tanta habilidade quanto qualquer estrangeiro, nossos personagens históricos são tão bizarros quanto os outros e nossa história é tão maluca quanto as outras.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"> O que nos limita, é só nossa própria imaginação.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="RIGHT"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><em><strong>Por José Roberto Vieira</strong></em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="RIGHT">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: center;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/sRHi4Mjcx5sarmfQ-IYbJA?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SsQomk59NkI/AAAAAAAAEno/9PGQB-oI42g/s400/Baronato%20de%20shoa.jpg" alt="" width="532" height="137" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/xSs0pZYxxoaLF6_HVjxNBQ?feat=embedwebsite"><img class="alignright" src="http://lh5.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SsQnXCJUKWI/AAAAAAAAEnk/xaA5KKZZo68/s144/italiano-ze.jpg" alt="" width="149" height="198" /></a><span style="font-family: Berylium;"><span style="font-size: medium;"><em> </em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Berylium;"><span style="font-size: medium;"><em><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">J</span></span><span style="font-family: Times New Roman,serif;">osé Roberto Vieira é escritor-amador, possui um conto publicado pela Andross Editora, é co-autor do RPG Éride e autor do Taenarum. Atualmente escreve um romance Steampunk chamado “O Baronato de Shoah” e um romance contemporâneo ainda sem nome certo, mas com o título “Éride – A Aliança das Lágrimas”.</span></em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><em> Ele não sabe o que fazer direito com os dois, mas está gostando bastante do resultado.</em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%; text-align: center;"><em><strong>Experimente o Baronato de Shoa, <span style="color: #ff0000;"><a href="http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/1840024.pdf">baixe aqui</a><span style="color: #000000;">.</span></span></strong></em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;">
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;">
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		<title>TV Cronópios e Fantasticon 2009</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2009/09/29/tv-cronopios-e-fantasticon-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Steampunk]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa Redonda sobre Steampunk]]></category>

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		<description><![CDATA[Steampunk e os Novos Rumos da Ficção Científica A TV Cronópios apresenta uma mesa-redonda do evento Fantasticon 2009 &#8211; Simpósio de Literatura Fantástica. A proposta é que todas as atividades do evento sejam colocadas no ar o mais breve possível. Os vídeos estão sendo colocados no ar aos poucos. Mesa-redonda: com Bruno Accioly, Gianpaolo Celli [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="CENTER"><strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: large;"><em><strong>Steampunk e os Novos Rumos da Ficção Científica</strong></em></span></span></span></strong></p>
<p align="CENTER"><strong><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: large;"><em><strong></strong></em></span></span></span></strong><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/l0Gbl8_TN8OZxse-WbmFJg?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SsIxs8AmnjI/AAAAAAAAEnc/Qg_uU6A4rIQ/s400/image001.jpg" alt="" width="469" height="397" /></a></p>
<p><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">A </span></span><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;">TV Cronópios apresenta uma mesa-redonda do evento </span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://fantasticon.com.br/" target="_blank">Fantasticon 2009 &#8211; Simpósio de Literatura Fantástica</a>. </strong></span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;">A proposta é que todas as atividades do evento sejam colocadas no ar o mais breve possível. Os vídeos estão sendo colocados no ar aos poucos.</span></span></p>
<p align="CENTER"><strong><span style="color: #cc3333;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: large;"><strong>Mesa-redonda:</strong></span></span></span></strong></p>
<p align="CENTER"><strong><span style="color: #cc3333;"> <span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>com Bruno Accioly, Gianpaolo Celli e Fábio Fernandes</strong></span></span></span></strong></p>
<p align="CENTER"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;">Assista agora | </span></span><strong><a href="http://www.cronopios.com.br/tv-cronopios-palestras/steampunk.html" target="_blank"><span style="color: #8b0000;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Clique aqui</strong></span></span></span></a></strong></p>
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		<title>The Somnambulist</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2009/05/16/the-somnambulist/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 03:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Romances Gráficos]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Barnes]]></category>
		<category><![CDATA[Magica]]></category>

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		<description><![CDATA[The Somnambulist de Jonathan Barnes “Esteja alertado. Este livro não possui valor literário algum. É um pálido pedaço sem sentido, enrolado, implausível, povoado por personagens pouco convincentes, escrito em uma prosa medonha e pedestre, frequentemente ridícula e patéticamente bizarra. Não preciso dizer que, eu duvido que você venha a acreditar em uma palavra dele” Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-large;">The Somnambulist</span></span></h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/ONkejCLEnfFJfqaPO0kPmQ?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/Sg4UUII0VvI/AAAAAAAADgc/bbL-lH-wrec/s400/books_readings2.jpg" alt="" width="387" height="653" /></a></p>
<p><strong>de Jonathan Barnes</strong></p>
<p>“<span style="font-size: medium;"><em>Esteja alertado. Este livro não possui valor literário algum. É um pálido pedaço sem sentido, enrolado, implausível, povoado por personagens pouco convincentes, escrito em uma prosa medonha e pedestre, frequentemente ridícula e patéticamente bizarra. Não preciso dizer que, eu duvido que você venha a acreditar em uma palavra dele”</em></span><br />
<span style="color: #000000;"> <span style="font-size: medium;"><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">E</span></span>ste alerta é o início da novela de estréia de Jonathan Barnes. Tanto um tributo as raízes da tradição pulp, onde se pede a indulgência do leitor ao apresentar eventos fantásticos, quanto um gancho intrigante para ocorrências improváveis que possam vir a ser narradas. Em adição, a abertura de <em>O Sonambulista</em> estabelece que estamos lidando com um “narrador não-confiável”, de fato, o próprio narrador atesta que mentirá ao leitor mais de uma vez durante a história <em>“ Em que, então, devem acreditar? Como irão distinguir a verdade da ficção?”</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;">“<span style="font-size: medium;"><em>Naturalmente eu deixo para o seu discernimento”. </em></span></span><br />
<span style="color: #000000;"> <span style="font-size: medium;">Rainha Victoria morreu “alguns meses atrás” quando a história se inicia, então nos situamos no ano de 1901, um momento pivô do novo século. Velhos modos estão desaparecendo, e novas tendências e movimentos estão acelerando. Por isso é fácil imaginar que um não-mais-tão-jovem mágico de palco vitoriano chamado Edward Moon se sinta como uma relíquia. Seus números [repletos de magia real, aliás] não mais atraem vastas multidões como já fizeram um dia, e até mesmo sua outra ocupação resolvendo crimes insolúveis perdeu seu brilho, sua reputação foi arruinada por um ultimo caso mal-sucedido. Todos os malfeitores que representam um desafio estão presos.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/2ZvwhKGNIh8dP_JTRASHQQ?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh5.ggpht.com/_P3iND-VccEI/Sg44Gky0wCI/AAAAAAAADhw/iaqX838-GFo/s400/meia.jpg" alt="" width="548" height="389" /></a></p>
<p><span style="color: #000000;"> <span style="font-size: medium;">Não, esse novo século não é hospitaleiro a um indivíduo da natureza de Moon, nem de seu parceiro, o Sonambulista</span>, um homem imenso e careca sem nenhum outro nome, completamente silencioso e invulnerável, que se comunica por palavras[mal] escritas em uma pequena lousa&#8230;  e que se alimenta apenas de leite.<span style="color: #000000;"> Leal, misterioso, e lento de raciocínio ele é indispensável para Moon, tanto quanto seu vício em prostitutas com deformidades físicas.</span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Moon já viu tempos melhores; seu auge já passou, seus cabelos estão rareando e suas roupas estão fora de moda. Ele pertence a um tempo anterior, uma Londres mais velha onde existiam grandes casos e crimes para ocupar sua mente e o teatro estava cheia todas as noites quando ele apresentava suas ilusões com o Sonambulista. Esses tempos se foram. Um novo século começou e parece que Edward Moon irá desaparecer no passado.</span><img src="http://johnlarroquetteproject.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/london-fog.jpg" alt="http://johnlarroquetteproject.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/02/london-fog.jpg" width="578" height="381" /><br />
<span style="font-size: medium;">Mas quando os cadáveres de ricos começam a surgir, e o detetive Merryweather pede a ajuda de Moon. O mágico sente um caso digno de suas habilidades, então, desesperado e entediado, Moon se agarra a chance de provar que ainda pode agir, e junto com o Sonambulista toma parte na investigação. Mas como qualquer outra novela de mistério <em>The Somnambulist</em> é um distorcido e sinuoso conto que te indica várias direções ao mesmo tempo. E enquanto a resposta no final é uma constante, a questão durante o livro muda. Os assassinatos são só a ponta de um iceberg, e Moon logo está tentando desmascarar uma conspiração para um ramo secreto do governo, uma conspiração que poderia destruir a cidade.</span><br />
<span style="font-size: medium;">Os personagens são únicos e maravilhosos, </span><img class="alignright" src="http://willienorthway.com/photo/vert-2/00_03_08_LOND.jpg" alt="http://willienorthway.com/photo/vert-2/00_03_08_LOND.jpg" width="271" height="406" /><span style="font-size: medium;">assim como doentes e depravados, surgindo da névoa Londrina como espectros: Uma dupla mortal, alegres mensageiros da morte e destruição, os <em>Prefects,</em> e a partir do momento em que eles atravessam um coração com um guarda-chuva e então o abrem você tem certeza que estes dois homens, um grande e um pequeno, sempre vestidos em uniforme escolar, são parte de um muito imaginativo e deturpado elenco. Elenco que inclui personagens como <span style="color: #000000;">Mr. Cribb, que clama ser tão velho quanto a cidade e que viaja no tempo de sua vida de trás para frente; Ned Love, que conheceu o poeta Coleridge; Madame Innocenti, uma médium que pode realmente contactar os mortos;</span> Mina a prostituta barbada; um ambulante que carrega um cartaz onde se lê: “Certamente Eu Logo Chegarei. Revelações 22:20” e um albino com um problema relacionado a arsênico.</span><br />
<span style="color: #000000;"> <span style="font-size: medium;">Barnes emprega o artifício de um esperto, mas não-confiável, narrador que pode passar a narrativa por níveis frenéticos. Novos personagens são introduzidos quase a cada três páginas, assim como novas reviravoltas no enredo. A conspiração suprema tem certamente uma qualidade lunática digna de Chesterton. </span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Nos capítulos finais o narrador invisível é revelado e a história que até aquele ponto era um mistério policial de época com elementos fantásticos se torna uma fantasia completa, tendo se construído de uma maneira que quando a mudança ocorre faz completo sentido, e você não pode imaginar a história como tomando outra direção a não ser uma inundação surrealista.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;">Na fina linha entre o humor e a paródia, a obra de Barnes está sempre se equilibrando na beirada.</span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;">Uma história de alguém que ao resolver um mistério, quer resolver a si mesmo. Moon é um homem que é assombrado por  casos mal sucedidos, e amizades mal-sucedidas do passado, preso a uma carreira decadente como mágico. Ele não precisa resolver o mistério porque é a coisa certa a se fazer, ele precisa desvendá-lo porque é o único gesto que pode reconectá-lo com a pessoa que ele pensa que deve ser. Moon é um personagem moderno preso em um mundo Vitoriano por assim dizer.</span></span></span><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><br />
</span></p>
<p align="right"><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Por Karl</strong></span></span><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><br />
</span><span style="font-family: Times New Roman,serif;"><em>“A foggy day, in London town<br />
It had me low, and it had me down” </em></span></p>
<p style="text-indent: 1.91cm; text-align: center;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/QkiYOyo7L-C8JSOqi-mA4A?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/Sg4UVv7bqAI/AAAAAAAADgg/_rTI6ZBeu6k/s400/somnambulist.JPG" alt="" width="379" height="608" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Autômatos ambulantes de Delarozière- Parte III</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2009/04/26/os-automatos-ambulantes-de-delaroziere-parte-iii/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 00:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Autômatos]]></category>
		<category><![CDATA[Delarozière]]></category>
		<category><![CDATA[Nantes]]></category>

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		<description><![CDATA[As Máquinas da Ilha de Nantes As Máquinas da Ilha de Nantes (Les Machines de l&#8217;île) é um projeto artístico, turístico e cultural sediado em Nantes, na França. O projeto das Máquinas de I&#8217;île em Nantes tem como objetivo promover a imagem da cidade, mas tenta construir ao mesmo tempo uma criativa metrópole de sonho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>As Máquinas da Ilha de Nantes</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong></strong></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/Tg52er_sWT1bJtW-eVk6pQ?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsC6tYOjI/AAAAAAAADZQ/FWLuwNp_TCE/s800/684564264_4c3a7f254a_o.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">A</span></span>s <strong>Máquinas da Ilha de Nantes</strong> (Les Machines de l&#8217;île) é um projeto artístico, turístico e cultural sediado em Nantes, na França. O projeto das Máquinas de I&#8217;île em Nantes tem como objetivo promover a imagem da cidade, mas tenta construir ao mesmo tempo uma criativa metrópole de sonho e fantasia.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/rh33IMtFCuog3k4FdKDXCw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh5.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsDhnCb6I/AAAAAAAADZY/ztbxVi6JtGM/s800/683704631_64bd21b991_o.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
Nos armazéns das antigas docas em Nantes, nas margens do Rio Loire, estão as <em>Máquinas da Ilha </em>idealizadas pelos artistas <em>François Delarozière</em> e <em>Pierre Orefice</em>, que junto com sua equipe usaram inúmeras partes móveis, hidráulica, madeira, aço, e muita imaginação, tudo habilidosamente combinando para dar vida a várias e obscuras criaturas aquáticas, um gigantesco elefante, pássaros e criaturas pré-históricas, visualizando um mundo de viagem temporal na encruzilhada das terras fantásticas da mente de <em>Jules Verne</em> e do universo mecânico das invenções de <em>Leonardo da Vinci.</em></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><em></em></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/fJiri0ppTA1LPorLBFvwdw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsNJpOlEI/AAAAAAAADaI/ANVxGJSyRdc/s400/DELAROZIERE_Francois_Le_calamar_a_retropropulsion_Lithographie_originale_Arches_France_1420.JPG" alt="" width="557" height="410" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O local está aberto para visitação desde Julho de 2007, e os três maiores projetos incluem:<br />
- o Grande Elefante (2007)<br />
- o Carrossel do Mundo Marinho (Primavera de 2010)<br />
- a Árvore das Garças (2014) </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
<strong> </strong><span style="font-size: large;"><strong>O Grande Elefante (Le Grand Éléphan</strong></span></span><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: large;"><strong>)</strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: large;"><strong></strong></span></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/7aenNuTfHpBgJJSmN8dB1g?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsKopgepI/AAAAAAAADaA/5nGAy6qHSCU/s800/683715775_4461fdd80b_o.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">Um elefante mecânico de 12 metros de altura e 8 de largura, construído com 45 toneladas de madeira e aço. Pode levar até 49 passageiros para um paseio de 45 minutos. É uma réplica do Elefante do Sultão, que fez apresentações de 2005 até 2007.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/jUfavRpxN3Vg9mN60cH-0g?feat=embedwebsite"><img src="http://lh5.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsJh3-CUI/AAAAAAAADZ4/aM2ul0MnKZo/s800/683716403_8411a74a76_o.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
<span style="font-size: large;"> </span><span style="font-size: large;"><strong>O Carrossel do Mundo Marinho (Le Carrousel du Monde Marins)</strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: large;"><strong></strong></span></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/lQ_sK35mAyH39BVT8X-pRA?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsEjRV-lI/AAAAAAAADZg/pAMd3-Gg5uc/s800/684567504_9c378876b5_o.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O Carrossel do Mundo Marinho ainda está em construção, mas apresentará 27 criaturas marinhas, como uma arraia, uma lula, um caranguejo gigante, criaturas abissais, etc.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/kYDzqwmlyBqF94ba8ZmrdQ?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTvYHQH5zI/AAAAAAAADbI/QFCEAr6iw7Q/s800/739967138_be76ce6051_b.jpg" alt="" width="746" height="496" /></a></p>
<p><span style="font-size: large;"> </span><span style="font-size: large;"><strong>A Árvore das Garças (L&#8217;Arbre aux Herons)</strong></span></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong></strong></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/exDvHtelxIz-Mv9Jwk8pfw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh6.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsH0ya-XI/AAAAAAAADZo/JqSayy-Tplw/s800/739093981_836f1a15a8_b.jpg" alt="" width="604" height="400" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">A Árvore das Garças é uma estrutura de aço medindo 45 metros de diâmetro e 28 metros de altura, contendo duas garças no topo. Os projetos planejam uqe o visitante fique sobre as costas ou asas dos pássaros para um vôo circular sobre os jardins suspensos da árvore.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/XIGHVGpu5Bc9Oo7-7xluqA?feat=embedwebsite"><img src="http://lh6.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTr7mvHoJI/AAAAAAAADY8/ufQhHOpx_FI/s800/697415396_412e104546_b.jpg" alt="" width="540" height="720" /></a></p>
<p><a name="The_Machine_Gallery"></a><br />
<span style="font-size: medium;"><span style="font-size: large;"><strong>A Galeria de Máquinas</strong></span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: large;"><strong></strong></span></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/e7n-3qd9S7wdcPDvI_5X8g?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTrzuaF2II/AAAAAAAADYs/hyH4zV1zD3k/s800/2062760475_3e72319672_b.jpg" alt="" width="579" height="487" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">Um local de exibição para ilustrar a história das máquinas. Alguns visitantes podem ser convidados a controlar alguns dos animais marinhos, andar no carrossel Le Manége D&#8217;Andréa, ou no Centro Europeu de Teste de Vôo.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/8C-8IxHo7JHUdypRi7Igfw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh6.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTr3C-FJlI/AAAAAAAADY0/4pJxyneflxI/s800/674796213_a8aef1b3df_b.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O local de fabricação da peças é aberto, onde as pessoas podem observar o processo de construção das máquinas. Atualmente a construção das peças do Mundos Marinhos ocupa uma parte da oficina.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/Uc6ReaLIClEzTIXJRsKayQ?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTrySotv4I/AAAAAAAADYk/cClQKB-RYEE/s800/683729845_44cd0a7fdb.jpg" alt="" width="554" height="415" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O processo de construção também está todo disponível para consulta em forma de desenhos, modelos e vídeos, e em Julho de 2008 três novas máquinas foram acrescentadas à galeria.</span></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/BmwdPEHwUdYHwFjLr5ro3A?feat=embedwebsite"><img src="http://lh4.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsOgiN0LI/AAAAAAAADaQ/dMhAwvazwKY/s800/DELAROZIERE_Francois_Luminaire_des_grands_fonds_Lithographie_originale_Arches_France_1560.JPG" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
Se quiser ver mais:</span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.lesmachines-nantes.fr/english">The 	Machines of the Isle of Nantes &#8211; Official website</a> </span></p>
</li>
<li><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.youtube.com/ncepweb">The 	Machines de l&#8217;Ile</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/YouTube">YouTube</a> canal do YouTube</span></li>
</ul>
<p align="right"><span style="font-size: medium;"><strong>Por Karl</strong></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/R_dmF7HjUaFnCp0J8uyGvw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SfTsBEaiPjI/AAAAAAAADZE/iXpvlESkcj4/s800/674831429_e52d20d8d8_b.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Veja também:</p>
<p><a href="http://sp.steampunk.com.br/2008/12/18/os-automatos-ambulantes-de-delaroziere-parte-i/">Os Automatos Ambulantes de Delaroziere parte 1</a></p>
<p><a href="http://sp.steampunk.com.br/2009/01/01/os-automatos-ambulantes-de-delaroziere-parte-ii/">Os Automatos Ambulantes de Delaroziere parte 2</a></p>
<p><a href=" http://sp.steampunk.com.br/2009/07/09/la-geante-du-titanic-et-le-scaphandrier/">La Géante du Titanic et le Scaphandrier</a></strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ciclo e debates de literatura fantástica</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2009/03/24/ciclo-e-debates-de-literatura-fantastica/</link>
		<comments>http://sp.steampunk.com.br/2009/03/24/ciclo-e-debates-de-literatura-fantastica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 04:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcandido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[O Movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Romances Gráficos]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Fantástica]]></category>

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		<description><![CDATA[2º Ciclo e debates de literatura fantástica &#8211; Ficção científica Dia 4 de abril às 17h, sábado, a OPELF (Oficina de Produção e Estudos de Literatura Fantástica) estará na Livraria Cultura para mais um ciclo de debates de literatura fantástica, em que serão apresentadas novas idéias para o segmento e as novas produções literárias. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: x-large;"><em><strong>2º Ciclo e debates de literatura fantástica &#8211; Ficção científica</strong></em></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: x-large;"><em><strong></strong></em></span></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/cd9I6HgIYUav-FWKp_gCyw?feat=embedwebsite"><img src="http://lh3.ggpht.com/_P3iND-VccEI/ScheFtMkOXI/AAAAAAAADSE/sAlbd1CGlw8/s800/opelf_cartaz_mrlf_sci-fi_4001.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">D</span></span>ia 4 de abril às 17h, sábado, a <strong>OPELF</strong> (Oficina de Produção e Estudos de Literatura Fantástica) estará na Livraria Cultura para mais um ciclo de debates de literatura fantástica, em que serão apresentadas novas idéias para o segmento e as novas produções literárias. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">A edição de 2009 terá diversas atrações preparadas especialmente para os fãs da literatura fantástica e mês a mês, uma mesa-redonda explorando os subgêneros de Ficção Científica, Fantasia e Terror, com sorteios, lançamentos de livros, novidades e workshops.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">O Ciclo tem seu início no sábado, 4 de abril, às 15h00, na unidade Bourbon Shopping Pompéia, confira abaixo a programação:</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>15h00</strong> &#8211; Palestra &#8211; O que é Literatura Fantástica? com Janaina Azevedo</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Nesta palestra a linguísta formada pela USP, <a href="http://janazevedo.tudoteca.com.br/">Janaina Azevedo</a>, irá apresentar temas como gênero, subgêneros e a construção da escrita na literatura fantástica.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>17h00</strong> &#8211; Mesa-Redonda de Ficção Científica</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Neste ano a mesa-redonda terá a mediação da <a href="www.opelf.org">OPELF</a>, representada por <a href="http://horaciocorral.tudoteca.com.br/">Horacio Corral</a> e Janaina Azevedo. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Os participantes da mesa são:</span></span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://sp.steampunk.com.br/2009/01/28/pos-estranho-e-literatura/">Fábio 	Fernandes</a> &#8211; blogueiro, tradutor e autor de A Construção do 	Imaginário Cyber</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://sp.steampunk.com.br/2008/11/30/octavio-aragao-e-a-mao-que-cria/">Octávio 	Aragão</a> &#8211; criador do Intempol e autor de A Mão Que Cria</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.universotaikodom.com.br/cronicas">Gérson 	Lodi-Ribeiro</a> &#8211; autor de Taikodom: Crônicas</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/entrevista-clinton-davisson">Clinton 	Davisson</a> &#8211; autor de Hegemonia: O Herdeiro de Basten</span></span></p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.outracoisa.com.br/2008/11/16/cristina-lasaitis/">Cristina 	Lasaitis</a> &#8211; autora de Fábulas do Tempo e da Eternidade</span></span></p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Além do debate com os participantes da mesa e as perguntas do público, o evento terá atrações multimídias que visam divulgar a produção nacional e debater sobre o alcance da Ficção Científica no Brasil.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>20h00</strong> &#8211; Lançamento do livro &#8220;Taikodom: Crônicas&#8221; de Gérson Lodi-Ribeiro</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Em parceria com a Hoplon e a Devir, a <a href="www.opelf.org">OPELF</a> faz o lançamento de um dos melhores autores de Ficção Científica do Brasil, Gérson Lodi-Ribeiro. Seu mais novo livro faz parte do universo ficcional do jogo online de grande sucesso, Taikodom.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Local: </strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia &#8211; Rua Turiassú, 2100 &#8211; São Paulo/SP</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Contatos:</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">contato@opelf.org ou pelo telefone (11) 2212-7539</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">Mais informações, consulte o site da <a href="www.opelf.org">OPELF</a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; text-align: center;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><a href="www.opelf.org"></a></span></span><a href="http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/hPuNmuXxuwI2kChOXr1YQw?feat=embedwebsite"><img class="aligncenter" src="http://lh5.ggpht.com/_P3iND-VccEI/SWgnjXbDV-I/AAAAAAAACg4/U4yfrCVoZm8/s400/old-stump-texture.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;">O Pessoal do Conselho Steampunk vai estar sendo representado por alguns de seus membros e convida a todos os fãs do Steampunk, Literatura Fantástica e Ficção Cientifica em geral a estar presente também. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Por Cândido Ruiz</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"><span style="font-family: Times New Roman Eo,serif;"><span style="font-size: medium;"><em>(Quem não gostaria de estar presente?)</em></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Steampunk nos Quadrinhos – Parte I</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2008/10/21/steampunk-nos-quadrinhos-%e2%80%93-parte-i/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 05:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Romances Gráficos]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pulp]]></category>
		<category><![CDATA[Steampunk]]></category>

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		<description><![CDATA[Aventuras… Mistérios… Papel barato… e tudo por menos de 50 centavos Seus ancestrais foram as Dime Novels na América, com as narrativas das aventuras de Deadwood Dick, Buffalo Bill, ou Frank Reade , e os Penny Dreadfuls Britânicos, com Sexton Blake (chamado de O Sherlock Holmes dos pobres), Varney o Vampiro, ou O Colar de Pérolas, romance que introduziu a figura do barbeiro Sweeney Todd no imaginário popular. Publicações baratas e direcionadas para as massas que eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span><span style="font-size: large;"><em><strong>Aventuras…</strong></em></span></span></p>
<p><span style="font-size: large;"><em><strong>Mistérios…</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size: large;"><em><strong>Papel barato… e tudo por menos de 50 centavos</strong></em></span></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1iVeeB2oI/AAAAAAAAAs4/VfTxrHXZIUQ/s400/post_tutorial_mad-scientist_3_470.jpg" alt="" /></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p><span><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">S</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">eus ancestrais foram as Dime Novels na América, com as narrativas das aventuras de Deadwood Dick, Buffalo Bill, ou Frank Reade , e os Penny Dreadfuls Britânicos, com Sexton Blake (chamado de O Sherlock Holmes dos pobres), Varney o Vampiro, ou O Colar de Pérolas, romance que introduziu a figura do barbeiro Sweeney Todd no imaginário popular. Publicações baratas e direcionadas para as massas que eram extremamente populares, embora alguns as considerassem superficiais e não muito bem escritas. No entanto, foi exatamente delas que surgiu um outro tipo de publicação… </span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><em>As Revistas Pulp</em></span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">.</span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">As revistas pulp (Pulp magazines, pulp fictions, ou somente “pulps”) <span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignright" style="float: right;" src="http://lh6.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1iV-HtiXI/AAAAAAAAAtA/2a6RTgH7wyM/s288/Amazbuck.jpg" alt="" /><span style="font-family: 'Times New Roman';">eram publicações baratas de ficção que tiveram seu auge entre 1920 e 1950. O nome “pulp” vêm do papel de polpa de madeira barata em que essas revistas eram impressas. Revistas impressas em papel de melhor qualidade normalmente ofereciam conteúdo familiar, enquanto a maioria das pulps são lembradas por suas histórias apelativas e pela arte sensacionalista da capa (bem como preço acessível), aliás, as capas eram uma parte tão importante que muitas vezes era criadas primeiro, e os autores então eram chamados a escrever histórias que combinassem. Direcionadas à leitores adultos, as pulps apresentavam histórias de gêneros variados, incluindo (mas não limitados a eles), histórias de detetives, mafiosos, aventuras fantásticas/espada e magia, , western, guerra, esportes, romance, ficção científica, noir, horror/oculto (com as chamadas “Weird Menaces”, histórias que apresentavam o herói contra um vilão maligno e sádico, e que incluíam brutais cenas de tortura ou assassinato).</span></span></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://lh5.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1iTbIWctI/AAAAAAAAAsw/9NFFwPKKgH4/s288/The_Shadow.jpg" alt="" /></span>Embora a maioria das revistas eram antologias, contendo diversas histórias de diversos autores, algumas revistas que apresentavam personagens contínuos foram muito bem sucedidas, tais como o cientista, físico, inventor, explorador, médico e aventureiro Doc Savage, o sinistro e impiedoso vigilante conhecido como O Sombra (que acabaria virando uma série de radio estrelada por Orson Welles), e o misterioso Detetive Fantasma.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Apesar de ser uma antecessora das histórias em quadrinhos que conhecemos, foi só mais tarde que elas começaram a apresentar ilustrações internas em preto e branco, mostrando elementos das histórias. Títulos como A<em>dventure, Amazing Stories, Black Mask, Dime Detectives, Flying Aces, Horror Stories, Marvel Tales, Oriental Stories, Planet Stories, Spicy Detective, Startling Stories, Thrilling Wonder Stories, Unknown</em> e <em>Weird Tales</em> eram comprados por algo entre dez e vinte e cinco centavos, e chegavam a apresentar autores relativamente famo<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">sos, como H. Rider Haggard (Sim, o criador do Allan Quatermain, autor de <em>Ela</em>, e <em>Ayesh</em>a), e a lançar outros, como Robert  E. Howard (criador de Conan o bárbaro). Em<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">bora tenha decaído e quase desaparecido pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, o legado das pulps manteve-se nos quadrinhos e em arquetipos, histórias e personagens que se tornaram ícones; como Buck Rogers e Flash Gordon, com seu respectivos elementos futuristas e retro-futuristas, o insidioso Doutor Fu Manchu e suas tramas diabólicas, os exóticos e selvagens Ka-Zar ou Tarzan, A. J. Raffles o ladrão cavalheiro, o caçador de monstros Solomon Kane, os detetives Sam Spade, O Continental Op, ou Philip Marlowe.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Se você ainda não encontrou o steampunk no que falei até agora, eu creio que posso dar uma ajudazinha.</span></span></p>
<p><img style="vertical-align: top;" src="http://lh5.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1knIFj5aI/AAAAAAAAAtY/YX0h14wODP0/s800/alien_brain.jpg" alt="" width="500" height="320" /></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">As pulps eram conhecidas por serem apelativas e exageradas, como já disse, mas o que seria isso naquela época? Não apenas as capas c<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">om damas vestidas de maneira provocante e correndo perigos inomináveis, nada disso (embora ajudasse). A chave eram os enredos. Histórias fantásticas, improváveis, absurdas, muitas delas ridículas se analisarmos pelo ponto de vista atual, mas todas instigantes<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';"> de alguma forma.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Cientistas Insanos que constroem aparelhos gigantescos, sejam máquinas de guerra, robôs, naves ou submarinos de guerra, heróis que são agraciados com alguma tecnologia inovadora e a usam em prol da humanidade, exploradores encontrando civilizações perdidas convivendo com dinossauros e homens-animais, detetives desmantelando sozinhos organizações inteiras, lutando contra cultistas, autômatos, soldados com a mente controlada por alguma máquina profana, planos mirabolantes de dominação mundial, assassinos sobrenaturais, espionagem, planos secretos… agora notou onde está o steampunk nisso tudo?</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://lh6.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1kLFEMigI/AAAAAAAAAtQ/jj29wqp3xXA/s400/rocketeer_thumb.JPG" alt="" /></span>E se você acha que ficou só nisso, se engana redondamente. Varias homenagens nostálgicas a essas histórias surgiram nas ultimas décadas: O Rocketeer, de Dave Stevens (falecido em março deste ano), As Aventuras de Luther Arkwright de Bryan Talbot; A Liga dos Cavalheiros Extraordinários (a graphic novel, não aquilo… digo, aquele filme) do grande Alan Moore e Kevin O’neil; Albion e Tom Strong (apesar de ser mais um pouco mais pulp e um pouco menos steampunk) ta<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">mbém de Moore.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Mas o steampunk nos quadrinh<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">os não termina nesse <em>revival </em>das ficções pulp, na próxima parte vou falar sobre a linha <em>Elseworlds</em> da DC comics, que transporta os heróis do universo DC para outras possíveis linha temporais, sobre os benditos Transformers que havia mencionado, e sobre The Five Fists Of Science, cujos protagonistas são Mark Twain, a Barone<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">sa Von Suttner e… tcharãã… Nikola Tesla (isso me lembra, tenho de fazer um artigo sobre ele).</span></span></span></span></span></span></p>
<p align="right"><span style="font-size: large;">Por Karl</span></p>
<p><img style="vertical-align: middle;" src="http://lh6.ggpht.com/rcandidoruiz/SP1iXcrPO8I/AAAAAAAAAtI/8qy2rk0PB6s/s800/003w7xsq.jpg" alt="" width="650" height="400" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="right"><span style="font-size: medium;">Continua…</span></p>
<h2><a title="Permanent Link to Steampunk nos Quadrinhos – Parte II" rel="bookmark" href="../2008/10/25/steampunk-nos-quadrinhos-%e2%80%93-parte-ii/">Steampunk nos Quadrinhos – Parte II</a></h2>
<h2><a title="Permanent Link to O Azul, o Cinza e o Morcego" rel="bookmark" href="../2009/07/13/o-azul-o-cinza-e-o-morcego/">O Azul, o Cinza e o Morcego</a></h2>
<h2><a title="Permanent Link to Steampunk nos Quadrinhos - The Five Fists of Science" rel="bookmark" href="../2008/11/17/steampunk-nos-quadrinhos-the-five-fists-of-science/">Steampunk nos Quadrinhos &#8211; The Five Fists of Science</a></h2>
<h2><a title="Permanent Link to Steampunk nos Quadrinhos - Transformers: Corações de Aço" rel="bookmark" href="../2009/02/24/steampunk-nos-quadrinhos-transformers-coracoes-de-aco/">Steampunk nos Quadrinhos &#8211; Transformers: Corações de Aço</a></h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Seguindo o rastro de vapor &#8211; 3° Parte</title>
		<link>http://sp.steampunk.com.br/2008/10/14/seguindo-o-rastro-de-vapor-3%c2%b0-parte/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 04:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karl</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinematografia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[De volta a nossa programação normal Falando sobre variedades do fantástico (puxando assunto através da última frase de um artigo anterior, que descarado heim Karl!), outro elemento, antes uma categoria separada, mas hoje incorporada na vertente steampunk, são os chamados Gaslight Romances (literalmente traduzindo: Romances à Luz de Gás. Sim, eu sei, é estranho…), histórias que se ambientam em uma versão romantizada, enevoada (quero dizer, bem mais enevoada), da Londres do século XIX, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p class="western"><!-- 		@page { margin: 0cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p class="western"><!-- 		@page { margin: 0cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p class="western"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H3 { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p><em><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: x-large;"><em><strong>De volta a nossa programação normal</strong></em></span></span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>
<h3><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: ChopinScript;"><span style="font-size: xx-large;">F</span></span><span style="font-weight: normal;">alando sobre variedades do fantástico (puxando assunto através da última frase de um artigo anterior, que descarado heim Karl!), outro elemento, antes uma categoria separada, mas hoje incorporada na vertente steampunk, são os chamados Gaslight Romances (literalmente traduzindo: Romances à Luz de Gás. Sim, eu sei, é estranho…), histórias que se ambientam em uma versão romantizada, enevoada (quero dizer, bem mais enevoada), da Londres do século XIX, mas com enfoque em vários nostálgicos ícones do fim desse século e do início do século XX. Uma combinação de ficção sobrenatural, romance policial, e fantasia histórica, colocando em um mesmo cenário figuras como Jack o Estripador, Sherlock Holmes, Dr. Jekyll &amp; Sr. Hyde, Auguste Dupin, Dracula (o do livro, não o de verdade), Hercule Poirot, Erik O Fantasma da Ópera, Miss Marple, e até mesmo Tarzan.</span></span></span></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-family: 'Times New Roman';"><img src="http://lh3.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQ4j3Y7CjI/AAAAAAAAArA/21hdiBwWZU0/s400/Dr_Jekyll_and_Mr_Hyde_poster.JPG" alt="" width="519" height="544" /></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: normal;">Com exceção de alguns trabalhos franceses, essa categorização não é mais usada, mas seus elementos passaram a fazer parte do gênero steampunk sem distinções, o que convenhamos, é mais prático do que ficar sub-categorizando cada elemento, e depois sub-categorizar a sub-categoria, e assim por diante.</p>
<p></span></span></span></span></h3>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span>Ainda nesse campo de «coisas absorvidas pelo steampunk», temos também o Weird West; Weird West é o t<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span>ermo usado para descrever a combinação do Faroeste, </span><em>ou Western</em><span>, com algum outro gênero, seja horror, sobrenatural, fantasia ou ficção científica. Apesar de ter sido um termo criado para definir um cenário de RPG (mais especificamente Deadlands, lançado pela primeira vez pela </span><em>Pinnacle Entertainment Group</em><span>, depois para os sistemas D20 e GURPS), hoje, a denominação é usada mais amplamente, para definir o estilo de obras similares. Boa parte do material Weird West apresenta muitos elementos do horror, cidades-fantasmas, vampiros, feiticeiros, zumbís, maldições e o diabo (esse “e o diabo” que acrescentei, neste caso é literal, não eufemismo para “muito mais coisas que não lembro agora”), trabalhos como o já citado Deadlands, os quadrinhos de Jonah Hex, a série da DC Comics </span><em>Weird West Tales, </em><span>onde Hex apareceu pela primeira vez, High Moon, uma das fases de Doc Frankenstein, o spin-off de Preacher Santo dos Assassinos, The Wicked West, Strangeways, o manhwa (mangá coreano) Priest, o filme Tailandês Dynamite Warrior (Kon fai bin), A casa dos pássaros mortos, Purgatório, ou Gallowwalker, filme que será lançado possivelmente esse ano, e estes são só alguns; o Weird West remonta desde as antigas revistas pulp (lembra da revista Cripta do Horror?), mesmo que não sob o mesmo nome. Já exemplos da combinação Western/Steampunk é que não faltam, e talvez, um dos melhores exemplos seria a antiga série de televisão </span><em>The Wild Wild West.</em></span></span></span></span></span></p>
<p class="western">
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span>Lançada na década de 60, The Wild Wild West conta a história de dois agentes do Serviço Secreto: James West (Robert Conrad), o pistoleiro galã, e Artemus Gordon (Ross Martin) o inventor e mestre dos disfarces. Sua missão principal era proteger o Presidente Ulysses  S. Grant e o país de qualquer ameaça, viajando a bordo de seu próprio trem, </span><em>The Wanderer </em><span>(O Errante), que era equipado com laboratório, armas escondias, entre outras coisinhas.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">A série mesclava Western, espionagem, ciência e comédia. E assim como nos filmes de James Bond (a idéia do autor de Wild Wild West, Michael Garrison, parece que era uma espécie de “007, só que a cavalo”), sempre apresentando belas mulheres, engenhocas inesperadas, e arqui-inimigos cheios de ilusões e planos insanos para dominar o mundo. Na verdade, os roteiristas da série frequentemente começavam criando as nefastas e estilizadas (as vezes absurdas) invenções dos vilões, e depois escreviam o episódio ao redor destes aparelhos. Histórias inspiradas em trabalhos de Edgar Alan Poe, H. G. Wells e Jules Verne também era comuns.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://lh5.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQzMSfv0SI/AAAAAAAAAqI/LBaLlVKQiIw/s288/sleeve_gun_device.jpg" alt="" /></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Um dos aspectos mais interessantes da série, que durou de 65 até 69, tendo por volta de 104 episódios, eram as engenhocas usadas por West e Gordon. Inumeros aparelhos, veículos e armas, sendo que, um dos mais populares e mais usados na série, era o aparelho escondido sob a manga da camisa que fazia deslizar a pistola Derringer de West para a sua mão, ou dependendo da ocasião, um tubo de ácido, lâminas, garras de escalada.</span></span></p>
<p class="western">
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Compartimentos secretos para armas na sola das botas, chave-mestra na<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignright" style="float: right;" src="http://lh5.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQ3gqPS2VI/AAAAAAAAAq4/RaZPzMz_lgM/s400/a_photo1.JPG" alt="" /><span style="font-family: 'Times New Roman';"> lapela do terno, um gancho de alpinismo preso a uma fina, entretanto resistente, corda que podia ser disparada de sua pistola, uma bengala com um molinete motorizado, que usado junto com o gancho de alpinismo e corda, podia subir o usuário automaticamente para um lugar alto, ou desce-lo, uma faca ejetável na frente de sua bota, um fio de metal capaz de cortar barras de ferro escondido na aba do chapéu, bolha de bilhar explosiva, tacos de bilhar com uma espada escondida, ou que podem disparar projéteis, cigarros que são na verdade lança-chamas, uma bengala com um telégrafo escondido, d<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">iversos compartimentos secretos contendo armas a bordo do trem, portas escondidas, e até mesmo um coche com assento ejetável; tudo criado pelo engenhoso Artemus Gordon. Acho que se Jim West era o James Bond do velho oeste, Gordon era claramente seu Q, sempre com aparelhos bizarros novos em folha.</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Mas os aparelhos são era exclusivos dos heróis da série, oh, não mesmo, os maléficos, levemente perturbados, vilões da série tinham suas próprias invenções, geradores de terremotos, aparatos de lavagem cerebral, marionetes à vapor do tamanho de pessoas, prostéticos mecânicos, fórmulas capazes de aumentar a velocidade ao ponto em que a pessoa se torna invisível, jarros que conservam <span style="font-family: 'Lucida Grande';"><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://lh5.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQzL6WlW3I/AAAAAAAAAp4/KzHzOs9qL4I/s288/el2_11.jpg" alt="" /><span style="font-family: 'Times New Roman';">cérebros vivos e sugam seu conhecimento e força psíquica, formulas encolhedoras, portais para outras dimensões ocultados em pinturas, canhões capazes de destruir cidades inteiras em u<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">m tiro, t<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">orpedos-dragõ<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">es, armaduras que agem como exoesqueletos, implantes que transformam cidadãos comuns em criminosos, tanques de guerra à vapor, campos de força que desintegram quem os toca, e tudo isso, lembre-se, no velho oeste.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Foram feitos dois filmes da série com o elenco original, um em 79 outro em 80, e em 99 a Warner produziu uma adaptação que… bem, só para manter o nível da conversa, digamos que não foi muito bem sucedida.</span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">A série de TV também deu origem a uma série em quadrinhos de sete edições, uma em quatro, livros, e uma seqüência para a TV, em forma de míni-séri<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">e, que envolve uma conspiração para assassinar o President Grant e, adivinhem só, o Presidente do Brasil, para por no poder os Cavaleiros do Círculo Dourado. (só eu que acho estranho isso? O Presidente Grant governou de 1869 até 1877, o primeiro Presidente do Brasil, Marechal Deodoro da Fonseca, assumiu o posto em 1889, governando até 1891, as duas<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';"> úni<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">cas opções que eu imagino seriam, ou os conspiradores viajavam no tempo e assassinava o presidente do Brasil mais de dez anos depois de assassinarem o Presidente Grant; ou entããão… eles assassinavam o Presidente Grant e ficavam esperando sentadinhos como conspiradores comportados até 1889).</span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQzOhx7reI/AAAAAAAAAqQ/yeupwslrjDo/s400/el1_2.jpg" alt="" /></p>
<p class="western"><span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"><span><span> Nos quadrinhos o gênero também tem representantes, com histórias envolvendo viagens no tempo (</span></span><em><span>Billy the Kid&#8217;s Old Timey Oddities</span></em><span><span> ), a adaptação de heróis contemporâneos para aquela época (</span></span><em><span>League of Justice — Age of Wonder, Justice Rider</span></em><span><span>s) e até Transformers. Sim, você leu c<span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span style="font-family: 'Times New Roman';">orretamente, Transformers!!!</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">Maaaas… o Tio Karl vai deixar isso para o próximo artigo…</span></span></p>
<p align="right"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: large;">Por Karl</span></span></p>
<p align="right">
<p align="right">
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/rcandidoruiz/SPQzLMZTjBI/AAAAAAAAApw/z7n5dky-kGU/s800/a100b.jpg" alt="" /></p>
<p><span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;"> Ah, antes que eu me esqueça, gostaria de agradecer pelos comentários, elogios e outros anabolizantes de ego que recebemos sobre o site (e eu sobre as matérias heheh), para não ter favoritismos, por enquanto não vou citar nomes, mas a vocês que estão apoiando, deixo um sincero agradecimento e ergo minha caneca num brinde.</span></span><br />
<span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"><span style="font-size: medium;">E não percam, a seguir, Steampunk nas HQ&#8217;s…</span></span></span></p>
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